Lula e Alckmin votam em São Bernardo do Campo com Haddad
Lula toma café com sindicalistas e participa da votação.
O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, votou em São Bernardo do Campo na manhã de 4 de outubro de 2026. Ele chegou ao local às 9h05, acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin e do candidato do PT ao governo paulista, Fernando Haddad. Antes da votação, Lula participou de um café da manhã com Haddad e sindicalistas no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.
Após essa reunião, Lula expressou sua determinação em permanecer próximo aos seus aliados enquanto aguardava a apuração dos votos. A expectativa era de que ele concedesse uma entrevista à imprensa depois de votar, comentando sobre o andamento do pleito e suas expectativas para os resultados.
Além de Alckmin e Haddad, Lula também estava acompanhado de figuras como Marina Silva e Simone Tebet, candidatas ao Senado, e outros membros de sua equipe. A votação no município é considerada um ponto importante na campanha, já que Lula enfrenta uma disputa acirrada contra o senador Flávio Bolsonaro.
As pesquisas indicam um cenário de empate técnico entre os dois candidatos, o que mantém a tensão alta entre os apoiadores. Lula e Bolsonaro têm se destacado nas intenções de voto, com diferenças mínimas, refletindo a polarização política em curso no país.
Café da manhã com sindicalistas
Na manhã de 4 de outubro de 2026, o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tomou café da manhã com aliados no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. Entre os presentes estavam o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad. Esta reunião teve um significado simbólico, representando a união e o apoio de Lula entre os sindicalistas e as lideranças petistas antes de sua votação.
O encontro serviu para reforçar a base de apoio de Lula, que buscava motivar seus aliados na iminência do processo eleitoral. Os sindicalistas demonstraram entusiasmo e apoio à candidatura de Lula, criando um clima de expectativa em torno do resultado da votação. A presença de figuras importantes como Haddad e Alckmin, que fazem parte da chapa que busca a continuidade do governo, também contribuiu para a sensação de coletividade entre os presentes.
Após o café da manhã, Lula se dirigiu ao local de votação, demonstrando uma postura confiante em relação ao seu desempenho nas urnas. Os aliados e apoiadores se mostraram otimistas em suas declarações, ressaltando a importância da mobilização e do engajamento popular nas eleições. O momento foi uma opor tunidade não apenas para reforçar laços, mas também para planejar as próximas etapas da campanha até o dia da votação de 2026.
Expectativas para a votação e apuração
Lula chegou ao colégio eleitoral em São Bernardo do Campo às 9h05 e estava acompanhado de líderes políticos e candidatos que fazem parte de sua equipe de campanha. Lula e seu concorrente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), estavam em uma disputa acirrada, com as pesquisas mostrando um empate técnico que aumentava a tensão entre os apoiadores. Isso tornava a votação um momento crucial na jornada eleitoral de Lula, que tenta garantir sua reeleição.
Nos últimos levantamentos, Lula aparecia com 45% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro registrava 42% no Datafolha. Já a pesquisa da Quaest mostrava Lula com 46% e o senador com 45% dos votos válidos. Essa proximidade nas intenções de voto intensificava a importância de cada voto, refletindo a polarização política do Brasil atual. O cenário competitivo sublinha a relevância da mobilização das bases e uma efetiva comunicação com os eleitores da capital e interior.
Após a votação, Lula planejava acompanhar a apuração dos resultados em um hotel na capital paulista, onde também comentou a importância da transparência e da confiança nas instituições. A expectativa era que, após a divulgação dos resultados, ele realizasse uma coletiva à imprensa para compartilhar suas reflexões sobre a votação e o desenrolar do pleito. Esse acompanhamento faz parte da estratégia de Lula de se manter próximo de seus eleitorados e de se posicionar ativamente durante todo o processo eleitoral, incluindo o período crítico da apuração, onde os ânimos estão à flor da pele.
O apoio de figuras proeminentes como Marina Silva e Simone Tebet, além de integrantes do Ministério como Luiz Marinho (Trabalho) e Alexandre Padilha (Saúde), reforçava o compromisso do governo atual e a busca por uma renovação da confiança dos eleitores. A estrutura de apoio demonstrava a intenção de construção de um movimento coeso em busca da vitória nas eleições de 2026.



